ARIYA

Boi Prodolzhaetsa (A Luta Continua)


Novamente a noite, e o medo entra nos olhos
Sonho e a morte são tão parecidos - irmão e irmã
É assustador estar sozinho e esperar a madrugada
COmo a salvação
É assustador nadar na correnteza - não tem mais guerra...

Não, e estou quieto
Não, e estou queimando uma vela, para não dormir...
Não, e estou rezando
Não, e estou prometendo não desistir...

Eu acreditava cegamente numa verdade única
É melhor ser morto duas vezes do que derreter como prisioneiro
Eu matava, para viver e bater novamente
Os jogos dos homens com a guerra dificilmente serão proibidos
Sol nos olhos, estamos marchando para oriente
O ár cospe sangue, deixa a boca preta seca
Sangue é a minha droga, o dever - é a minha bandeira
Eu como um refém do dever atirei no meu medo

A luta continua
A minha luta continua
A minha luta!

Eu me tornei livre dos comandos alheios
A guerra ficou no passado, desapareceu na neblina
Aqui fico enjoado ao ver caras cuidadas
Eu lembro dos mortos, e a alma fica gritando
Sol nos olhos, como lá, entre as pedras
Eu não sou necessário para ninguém, uma sombre entre as pessoas
Seguro o rifle, silencioso, cada um é inimigo
Eu não perco a razão, o ódio - é a minha bandeira!
 
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