ARIYA (Traduzido por Eugeni Dodonov) Kolizey (O Coliseu) Os deuses amaldicoaram a Roma enloquecida A cidade das mulheres abandonadas e feridos Aqui engolem fumaca envenenada Cortam as veias com laminas Aqui nos feriados o povo vai assistir Como o homem cai em agonia Como a morte faz a festa No circulo amarelo da arena A forca traz liberdade Vence e vira estrela Ou obtenha a paz O seu inimigo na areia eh fraco e coitado Animal aprisionado no canto, escravo ferido Mais um segundo e dira "mata" O dedo do emperador Nao va contra o destino O povo grita, sentindo a sangue Nao vale nem piedade das mulheres nem a dos amigos A vida do gladiador No coliseu Como cachorros, que brigam por um osso Os desesperados cortam a carne um do outro Nos olhos deles nao ha nem empolgacao nem furia Nada alem de dor Voce eh o unico que nao se quebrou, nao caiu O deus protegeu voce das feridas Olha, o Caesar desceu na areia Para dar liberdade para voce A forca traz liberdade Vence e vira estrela Ou obtenha a paz O seu inimigo na areia eh fraco e coitado Animal aprisionado no canto, escravo ferido Mais um segundo e dira "mata" O dedo do emperador Nao va contra o destino O povo grita, sentindo a sangue Nao vale nem piedade das mulheres nem a dos amigos A vida do gladiador No coliseu Lembra, nao eh que voce lembra Voce era um lider sabio Lembra, nao eh que voce lembra Como entraram soldados na sua casa Voce encontrava o sol Nas montanhas queimadas O tempo passava E a hora de vinganca chegou Pao e dirversao para o povo Ate nao dar mais A forca traz liberdade Vence O seu inimigo na areia eh fraco e coitado Animal no canto, escravo ferido E tirou faiscas das pedras cinsas A espada do gladiador Grita o povo, sente sangue Mas nao merece piedade nem das mulheres, nem dos amigos A vida do imperador No coliseu