ARIA

Volonter (Mercençrio)


Ele cortava, queimava e atirava a queima-roupa
Mercenário das forças escuras e dos jogos dos outros
Ele ganhava, coletava dinheiro para a velhice
Ele esqueceu, mas não esqueceram dele, não

Cada um por si, cada um por tudo
Cada um por si responderá lá

Ele pedia, implorava, olhava para nós
Dizia que não sabia, que tinha uma ordem
Ele temia, ele não segurava as lágrimas
Mas tinha um juíz, que fez um julgamento duro e rígido

Até os movimentos mais leve foram vistos por olhos de alguns
Ouvidos de alguns escutavam cada ordem
E quando chegará a hora de pagar as contas
Arrependimento não ajudará a vocês

Não há páz àqueles que faziam maldade
Estas pessoas não tiveram sorte
Não há páz àqueles que ajudavam
Áqueles que sabiam mais permaneciam quietos

Cada um por si, cada um por tudo
Cada um por si responderá lá


 
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