Nautilus Pompilius Na Beregu (Na beira do rio) Nós vamos viver Em uma casa pequena Na beira de um rio muito calmo Ninguem e nunca - acredita em mim - será chateado Por ter deixado as areias Na beira de um rio salvagem Na beira de um rio quieto Nas profundezas da água santa Nas florestas quentes do rio sem nome Os seus movimentos se tornarão suaves logo O passo e os jestos cuidados e leves Ninguem e nunca lembrará do principal Na beira de um rio calmo de tranquilo Na beira de um rio salvagem Na beira de um rio quieto Nas profundezas da água santa Nas florestas quentes do rio sem nome E se algum dia acontecer tragédia Encontra uma pedra escondida nas rochas do rio Leia o que a água gelada escreveu Mas guarda este segredo para sempre Na beira de um rio salvagem Na beira de um rio quieto Nas profundezas da água santa Nas florestas quentes do rio sem nome